Baladas: Mistura explosiva e irresponsável

Irmãos e amigos, Destaquei hoje o texto abaixo do site Yahoo na minha série "Manchete do dia". A mistura explosiva e irresponsável. O risco de morte só pelo risco de morte. Fiquei estupefato. Para onde caminha nossa juventude? Por quê? Lembrei-me de Jesus quando disse que devemos ser sal e luz. Precisamos mostrar quem é Jesus para esses jovens. Precisamos dizer que Jesus é melhor do que a balada. Que Jesus é melhor do que as drogas. Que o sexo é belo, mas, tem o seu momento certo. Que o melhor coquetel é a trindade, é a cruz, é o amor, é a família, é a paz, é a vida. E que eles podem mudar de vida e ter a paz e ter o céu! Oremos. Pr. José Vieira Rocha. pastorvieira@terra.com.br Baladas: Mistura explosiva e irresponsável Por Fernanda Aranda São Paulo, 23 (AE) - Um trio perigoso começou a frequentar baladas e festas particulares, principalmente entre o público gay. É a mistura de três pílulas - medicamento contra impotência, ecstasy e uma das drogas usadas no coquetel antiaids -, que pode potencializar o efeito de cada uma delas, ampliar os danos cardíacos, causar desidratação e até levar o usuário à morte. O pagamento de até R$ 200 pela tríplice de comprimidos é justificado pelos efeitos de cada um deles. O ecstasy é para pirar; o Viagra para ter fôlego, aguentar todas as relações sexuais e aumentar a libido; e o remédio contra a aids tem o objetivo de evitar infecções ao manter relações sexuais sem camisinha - para o que, entretanto, não há comprovação científica. Antes, o público já recorria aos fortes medicamentos para tratar o vírus HIV pós-sexo de risco, chamado de "coquetel do dia seguinte". O alerta dos especialistas quanto à prática é que mesmo que este comportamento esteja restrito ao grupo gay, a história da aids já mostrou que a doença não segue e nem respeita orientações sexuais. "É uma situação que nos preocupa porque acende a suspeita de um comércio paralelo de antirretrovirais (medicamentos do coquetel)", afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Juvêncio Furtado, que em seu consultório particular já ouviu o relato de pelo menos seis pacientes que contaram como o "trio" tem sido usado na noite paulistana. "No início da epidemia de aids (anos 80), havia contrabando da medicação, que acabou quando foi ampliada a cobertura dos pacientes pelo Sistema Único de Saúde (em 1996). Ainda que nada tenha sido comprovado, essa hipótese agora volta à tona." Atualmente, todos os cerca de 600 mil portadores do HIV que residem no Brasil são assistidos pelo programa nacional e gratuito que cuida da doença no País. Aqueles que estão em fase mais debilitada de saúde recebem gratuitamente uma combinação de antirretrovirais, elaborados individualmente para cada paciente. A distribuição é controlada e não há venda em farmácia. "Os antiaids são vendidos nas festas por gente que toma o coquetel. Não tem um comprimido X ou Y. É qualquer um", contou Lucas, nome fictício, soropositivo e testemunha desse hábito. Leandro, também nome fictício, que durante dois meses deste ano foi adepto do antirretroviral antes da bebedeira e do sexo, conta como conseguia o medicamento. "Por muitas vezes comprava de pessoas que conhecia e são portadoras. Em outras, com amigos de amigos", diz. "É fácil encontrar os medicamentos para venda. São comercializados como droga inclusive nas baladas", afirma. Esses tipos de relatos já chegaram aos ouvidos de Maria Filomena Cernicchiaro, diretora do Ambulatório do Centro Estadual de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo. "É impressionante", diz . "É preciso ter consciência. Os medicamentos mudam todo o mecanismo celular, podem causar diarreias severas. Infelizmente, a geração atual associa a prevenção do HIV a um comprimido", afirma. O infectologista Artur Timerman, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, ressalta que o "trio" que passou a frequentar as baladas é uma bomba para o coração, tem efeitos colaterais, muitos ainda nem mensurados pela medicina, além de representar uma ameaça ainda mais séria para o controle da aids. "O uso indiscriminado é uma ode à irresponsabilidade, pode deixar o organismo resistente ao medicamento", afirma. "Isso significa que, se um dia a pessoa precisar do coquetel porque foi contaminada, não vai funcionar" , diz. O número de adeptos da mistura ainda não foi calculado. "Já ouvimos falar muito sobre o uso desvirtuado dos antirretrovirais misturados a outras drogas, mas nunca conseguimos detectar a veracidade disso por meio de estudos científicos", afirma o médico Ésper Kállas, que coordena pesquisas sobre o assunto no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) . "No ano passado, um dos médicos que é colaborador do nosso projeto fez um trabalho para tentar mapear esse comportamento em São Francisco, um dos redutos gay dos Estados Unidos", conta. A coleta de dados foi feita em circuitos de bares e clínicas. Os resultados mostram que 18% dos entrevistados já tinham ouvido falar no coquetel, parcela que caiu para 2% quando a pergunta era se "uma pessoa conhecida" já o tinha utilizado. Apenas 0,12% dos entrevistados no levantamento admitiu ter usado a mistura. Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/23072009/25/entretenimento-mistura-explosiva-nas-baladas.html Composição é usada como 'coquetel do dia seguinte' Por Fernanda Aranda São Paulo, 23 (AE) - A ideia de recorrer aos antirretrovirais, tanto antes de fazer sexo sem proteção como depois, tem origem em informações incorretas sobre a ciência médica. Segundo os especialistas ouvidos pela reportagem, a procura indiscriminada por esses medicamentos após a relação sexual sem preservativo, o chamado "coquetel do dia seguinte", começou porque chegaram ao público informações erradas sobre as condutas do meio médico. São dois casos em que não portadores são orientados a tomar a medicação. Primeiro, quando a pessoa é vítima de violência sexual, para evitar um possível contágio. Ou quando um profissional de saúde (médico, dentista, enfermeiro) sofre um acidente de trabalho e tem contato com sangue do paciente. "A indicação é restrita e não há nenhuma comprovação de que funciona como estratégia de prevenção", afirmou Maria Filomena Cernicchiaro, do Centro Estadual de Treinamento em DST/Aids de São Paulo. "Mas temos recebido pessoas que querem o medicamento porque esqueceram do preservativo depois da noitada. Alguns já chegaram até a ameaçar com violência diante da recusa, sem nem cogitar os efeitos colaterais que essas medicações podem acarretar." Já a ingestão dos medicamentos antirretrovirais antes da relação sexual foi, segundo os especialistas, sequela de uma deturpação de novas pesquisas da medicina. "Há testes iniciais em camundongos sem ainda nenhuma evidência de que funcionam", afirma Éper Kállas, pesquisador da Faculdade de Medicina da USP. Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/23072009/25/entretenimento-composicao-usada-coquetel-dia-seguinte.html

Comentários

Nenhum comentário foi enviado.

Enviar Comentário

Por favor, entre para enviar comentários.

Avaliações

Avaliações estão disponíveis somente para membros.

Por favor, entre ou registre-se para avaliar.

Nenhuma Avaliação enviada.
Tempo de renderização: 0.03 segundos
56,671 visitas únicas