Amados irmãos e amigos,
Todos os grandes jornais de hoje, 06/08, abriram suas manchetes ao
caso do Senador José Sarney X Senado, Presidente do Senado e
Ex-presidente da República, a saber:
O Globo: Manchete principal: Sarney diz que acusações são 'menores' e não sai;
Folha de S. Paulo: Manchete principal: Sarney obtém 1ª vitória no Senado;
O Estado de S. Paulo: Manchete principal: Conselho de Ética arquiva 4
denúncias contra Sarney;
Jornal do Brasil: Arquivadas 4 das 11 ações contra Sarney;
Correio Braziliense: Sarney: “Não fiz nada errado”;
Até o Jornal do Commercio, um jornal mais econômico, noticiou:
Denúncias contra Sarney são arquivadas
Mas, o que mais me entristeceu foi o que li no site do grande provedor
Terra: Bita do Barão aconselha a Sarney: "Banque o duro", com uma
entrevista do Terra Magazine com o famoso Pai de Santo do Maranhão; vejam o texto abaixo.
Não quero entrar no mérito das acusações contra o senador, mas, não
posso ficar calado diante da sua situação espiritual, o que se pode
deduzir da entrevista do seu guia espiritual.
Sarney precisa, carece mesmo de nossas orações.
É uma alma que precisa de Deus, do relacionamento com o Deus Verdadeiro.
Vamos clamar por Sarney para que ele mude enquanto é tempo.
E reconheça o senhorio de Jesus Cristo, o único caminho para salvação,
a verdade e a vida.
Oro neste momento pelo senhor Sarney, por sua vida pessoal e por sua
família e conclamo que todos orem por ele.
Que ele possa conhecer o Senhor Jesus e se libertar.
Termino com a frase de Jürgen Moltmann: “A fé cristã liberta para a liberdade”
Que a liberdade dele e a nossa sejam sempre em Jesus Cristo, pois
assim seremos verdadeiramente livres!
José Sarney tem salvação!
Em Cristo Jesus!
Pr. José Vieira Rocha
pastorvieira@terra.com.br
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Quinta, 6 de agosto de 2009, 08h58
Bita do Barão aconselha a Sarney: "Banque o duro"
Claudio Leal
Os mistérios mais insondáveis do senador e ex-presidente da República
José Sarney podem não estar nos escaninhos dos atos secretos, no
Senado. Em Codó, no Maranhão, o pai-de-santo Bita do Barão, 93 anos,
encerra em muralhas de reticências os segredos espirituais de uma das
carreiras políticas mais longevas do Brasil.
Comendador da República condecorado por Sarney em 1988, o pai-de-santo
de terecô Wilson Nonato de Souza se fez Bita do Barão "tanto na linha
branca como na linha negra". Na cidade com brumas de enigmas, a 300 km
de São Luís, a religião de origem africana, mais próxima da Umbanda,
cativa políticos e artistas.
"Resistir foi única alternativa que me deram", diz Sarney
Entrevistado por Terra Magazine, o guia espiritual se revela um mestre
da desconversa, que é também uma arte. Aberto às perguntas amplas,
fechado às específicas, demonstra amizade à família Sarney nas
declarações de afeto e nos silêncios ressabiados.
Dessa forma, Bita do Barão afirmará que Sarney tem o "corpo fechado".
Tarefa mais árdua será arrancar dele quando ocorreu o último papo
entre os dois. O religioso aprecia uma frase certeira da desconversa:
"Tô lembrado, não...".
Numa piscada de olho telefônica, porque não está lá para cultivar
cercalourenços, o pai-de-santo confessará ao repórter: "O senhor vai
conversar comigo, mas eu sou muito seguro...". Mais reticências,
obrigado.
Aos que duvidam do poder encantatório desse sacerdote nonagenário, um
exemplo visual para amornar os preconceitos ou as zangas dos ateus: o
Portal Imirante, do grupo Sarney, ostenta um banner com Bita do Barão.
Enquanto o "Mr. Moustache" mais famoso da República discursava, na
tribuna do Senado, Codó reluzia na página virtual.
No topo, o anúncio do "maior festejo umbandista do Brasil", de 15 a 21
de agosto, dividia olhares com a manchete: "Sarney diz que não
renunciará à presidência". Nesse mês aziago para os getulistas e
abençoado para Bita do Barão, o Senado debate o futuro do seu
conterrâneo. Numa rara ajuda ao ofício jornalístico, o codoense revela
qual conselho daria (se é que não deu) ao amigo:
- Que ele continue no lugarzinho dele. Não banque o fraco, banque o
duro - recomenda o pai-de-santo de Sarney.
Ao saber que o ex-governador do Maranhão avisou aos colegas e nomeados
que ficará na presidência do Senado, o velho sacerdote abriu uma
gargalhada, como quem insinua: eu não disse? Sim, era como se Sarney
lhe tivesse ouvido, a milhares de quilômetros, na conquista do
lugarzinho federal.
Terra Magazine - O senhor é amigo do senador José Sarney, que já lhe
condecorou. Como vê essa situação no Senado, tem conversado com ele?
Bita do Barão - Não, eu não converso com ele...
Como se conheceram?
Somos aqui do Maranhão. Somos maranhenses, sou amigo dele e de todo
mundo. Sou bem popular. Não é só dele, não.
E essas denúncias contra ele?
Não sei bem quais são...
Ele encomenda algo ao senhor, pede sua ajuda?
Todo mundo que me encontra diz: "Reza pra mim". Essa coisa é quase
natural. Eu tenho quase 100 anos de trabalho espírita.
Agora, nessa ocasião especial, o que ele conversou com o senhor?
Não conversei isso com ele, não. Quando eu converso sobre os meus
trabalhos espíritas, eu não revelo, não.
Não revela, mas, por conta própria, o senhor reza por ele?
Rezo por todo mundo. Rezo por esse Brasil. Você tá ligando pra mim,
mais tarde eu vou fazer uma prece pedindo forças encantadas pra ti.
Obrigado. Nesse caso, o senhor já fez?
Sou amigo dele. Particular. E amigo particular só quer ver o bem. Meus
amigos eu quero ver felizes.
E fez algum trabalho pra ele?
Ainda não.
Ele tem corpo fechado pra enfrentar isso aí?
Eu acho. Acho. Acho ele muito forte, muito inteligente, muito
protegido por Deus.
Estão sendo injustos com ele?
Ah, eu não sei, porque eu não entendo de política. Eu sou muito
seguro. O senhor vai conversar comigo, mas eu sou muito seguro...
Muito seguro?
Eu sou, graças a Deus.
Como é feito um trabalho pra ajudá-lo?
Ah, eu não sei. Cada qual trabalha com seu jeito. É o mesmo que a medicina.
Pela longa amizade com Sarney, o que aconselharia?
Que ele continue no lugarzinho dele. Não banque o fraco, banque o
duro. É pra bancar o duro, não o fraco. É pra ficar no lugarzinho
dele.
Ele terminou de fazer o discurso e disse que vai resistir.
(gargalhadas) Vai ficar aí, esse é o meu conselho. Continue, amigo, em
seu lugar! Não saia assim. Saia com muita guerra. Pouca, não.
Em umbanda, existe um guia espiritual pra ele?
Ele é muito forte, ele tem os bons guias dele também. Acredita muito
em Deus. Você não viu que ele é muito forte, não? Não viu isso? Você
também não acha ele forte, não?
Tem demonstrado força no Senado...
Pois é isso aí, meu amigo. Com força é que se vence. Com fé. E ele vai
vencer. Não pede nada pra ninguém. Ele vai vencer.
Qual foi a última vez que vocês conversaram? Faz muito tempo?
Tô lembrando, não...
E o senhor não pode falar, né?
Não dá.
Essa coisa não se pode dizer?
Não... Não falo nesses particulares. Nem dele, nem de ninguém. Tenho
uma casa muito oculta, graças a Deus. Além de tudo, sou muito feliz.
Sou pobre, mas rico de espírito. Como convidado de honra, quero te
receber em minha festa. Em 15 de agosto, gostaria de oferecer um
jantar.
O senhor já foi a Brasília?
Vou quase toda semana. Vou muito...
Quase toda semana?
Vou em Brasília demais!
Muitos políticos lhe procuram?
Não tô lembrado, não...
O presidente Lula, como é?
Ele é forte. Brasília... No início de Brasília, eu já freqüentava lá.
A família Sarney é toda protegida?
São gente boa. Eu sou quase da família.
Terra Magazine
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